SUBSCRIBE TO GET
UPDATES FROM RUI!

BIO

Rui Massena, músico e compositor português de 45 anos, toca piano desde os cinco, e é maestro desde os 27 anos. Teve entrada direta para número 1 do top nacional de vendas português quando lançou o seu segundo álbum de originais “ Ensemble ”.

Com um percurso de apenas três anos no mercado de artistas a solo, 2 álbuns de originais e um terceiro a sair em 2018, é hoje ouvido em mais de 60 países e foi escolhido pela editora Deutsche Grammophon como um talento contemporâneo mundial.

As suas canções transmitem tranquilidade pontuada com momentos de grande emotividade.

A sua carreira diz-nos para confiar.

 

Deutsche Grammophon

Massena foi escolhido para integrar a compilação de música da editora Deutsche Grammophon que identifica as tendências e talentos contemporâneos dos últimos 20 anos, numa corrente que a etiqueta apelida de neo-clacissismo, intitulada "Expo 1". A dupla coletânea reúne 29 composições de autores como Jóhann Jóhannsson, Max Richter, John Cage, Hans-Joachim Roedelius, Arnold Kasar, Philip Glass, Ólafur Arnalds, entre outros nomes. Rui Massena integra a compilação com o tema "Valsa", retirado deste segundo álbum "Ensemble”.

A sua música

“Solo”

O seu primeiro álbum de originais lançado em 2015 , “Solo”, chegou a número 2 do top nacional de vendas português com uma linguagem íntima e intimista, centrado e que transmite tranquilidade. Rui Massena apresenta-se a tocar ao piano, a tocar as suas composições, só uma delas em dueto com um violino depois de 14 anos à frente de formações orquestrais várias.

O compositor vê “Solo” como um retiro espiritual necessário ao seu próprio equilíbrio que, espantosamente o lançaria para uma carreira a solo e em nome próprio.

 

“Ensemble”

O seu segundo álbum, lançado em 2016,  teve entrada direta para número 1 do top de vendas português.

Rui Massena encarna neste disco a superior arte da conciliação, mais dócil ou mais agitada de acordo com a inspiração e as necessidades do momento.

“Ensemble ” começa com um “Abraço” e despede-se com uma “Valsa”.

É uma música poética e positiva, mas também estruturada e envolvente. Depois de se ouvir “Ensemble ”, nasce uma nova dimensão, com a ajuda da secção de cordas da Czech National Symphonic Orchestra.

 

“III”

O aguardado terceiro álbum de originais é mais progressivo e é lançado a 3 novembro de 2018, pela Universal Music.

Se por um lado se percebe que a electrónica e a vanguarda sonora se alojaram no caminho, por outro, percebemos ao fim de breves segundos que os valores da sua música estão presentes: tranquila, desafiadora e emotiva.

 

Gravações

A sua formação enquanto Maestro permitiu-lhe liderar, durante mais de uma década, 30 orquestras em 14 países pertencentes a três continentes. Interpretou de uma forma exímia o grande repertório sinfónico da história da música: foi o primeiro maestro português a dirigir no Carnegie Hall, em Nova Iorque e durante duas temporadas Principal Maestro convidado na Orquestra Sinfónica de Roma. Criou uma orquestra sinfónica  -“Fundação Orquestra Estúdio” enquanto desempenhou o papel de programador musical de “Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura” e foi diretor artístico e maestro titular da Orquestra Clássica da Madeira durante 12 anos.

O seu percurso revela um cariz de grande responsabilidade, respeitando o repertório sinfónico clássico, como é também o caso do lançamento da coleção de 5 discos “Mozart 252 anos” editada pela EMI Classics em que interpretou obras orquestrais do compositor.

Mas o seu permanente espírito inquieto e em constante busca de causas, sempre fez Rui Massena procurar novas linguagens. A sua energia inovadora atraiu os melhores para o acompanharem nos seus projetos com arranjos e orquestrações da sua autoria. Dirigiu e gravou  “The Zephyrtine “um disco editado em parceria com o compositor americano David Chesky com a tecnologia binaural;  
 

 

Passados 18 anos de vida musical sustentados pela sua formação e percurso sólidos, impulsionado pela necessidade de chegar mais perto do público que sempre o acarinhou, pela sua vontade suprema de comunicar, Rui Massena dá seguimento ao seu caminho no papel tripartido de maestro, compositor e pianista.

E nós cá estamos para o ouvir.